Concurso TRT-GO tem previsão orçamentária para juiz substituto; veja requisitos e salário

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TRT-GO tem previsão orçamentária para novo concurso de Juiz do Trabalho Substituto, mas ainda não divulgou edital nem confirmou o número de vagas. Foto: TRT/Reprodução.

O Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (TRT-GO), com sede em Goiás, tem previsão orçamentária na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026 para o recrutamento de novos Juízes do Trabalho Substitutos. Apesar da autorização orçamentária, o concurso ainda não tem edital publicado, e o número de vagas destinadas ao tribunal permanece indefinido.

A previsão mantém o concurso no radar de candidatos interessados na carreira da magistratura trabalhista. A remuneração inicial informada para o cargo é de R$ 32.004,65. Para concorrer, é necessário ter bacharelado em Direito, aprovação no Exame Nacional da Magistratura (ENAM) e, no mínimo, três anos de atividade jurídica após a conclusão da graduação.

O que já está definido sobre o concurso TRT-GO?

Até o momento, a seleção está prevista no orçamento de 2026, mas ainda não há confirmação sobre a oferta imediata de vagas ou a formação de cadastro de reserva. Também não foi definida a banca organizadora responsável pelo próximo certame.

A previsão orçamentária contempla 300 vagas, mas esse quantitativo não representa, necessariamente, o número de oportunidades que serão destinadas ao TRT de Goiás. A distribuição e a quantidade efetiva de cargos dependem de definições administrativas posteriores.

O próximo edital deverá apresentar informações sobre o número de vagas, cronograma, conteúdo programático, etapas da seleção e documentação necessária para a inscrição.

Quais são os requisitos para ser juiz substituto?

Os interessados no cargo de Juiz do Trabalho Substituto precisam atender a uma série de exigências acadêmicas e profissionais. Entre os principais requisitos estão:

  • Bacharelado em Direito em instituição reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC);
  • Aprovação no Exame Nacional da Magistratura (ENAM);
  • Comprovação de, no mínimo, três anos de atividade jurídica após a obtenção do grau de bacharel;
  • Nacionalidade brasileira nata ou naturalizada;
  • Estar em dia com as obrigações eleitorais e, quando aplicável, militares;
  • Comprovar idoneidade moral e bons antecedentes.

Os critérios completos de participação deverão ser detalhados no edital de abertura.

Como foi o último concurso para a magistratura do trabalho?

O último Concurso Público Nacional Unificado para a Magistratura do Trabalho foi realizado em 2023, com resultado homologado em junho de 2024. Organizada pela Fundação Getulio Vargas (FGV), a seleção ofereceu 300 vagas em âmbito nacional.

Na ocasião, a taxa de inscrição foi de R$ 320, enquanto o subsídio inicial previsto para o cargo era de R$ 32.004,65.

O processo seletivo foi dividido em cinco etapas: prova objetiva, provas escritas discursiva e prática de sentença, inscrição definitiva com sindicância e investigação social, prova oral e avaliação de títulos.

As fases tiveram caráter eliminatório e classificatório, conforme os critérios estabelecidos no edital daquela edição.

Vale a pena começar a estudar antes do edital?

Candidatos interessados na carreira podem utilizar o período anterior à publicação do edital para organizar a preparação. Como a seleção ainda depende de definições administrativas, não há calendário oficial para as provas.

Uma estratégia é utilizar o edital do último concurso como referência inicial, especialmente para conhecer as disciplinas cobradas, o formato das avaliações e o nível de exigência da seleção.

Também é importante acompanhar as atualizações do TRT-GO e da administração da Justiça do Trabalho. A publicação do próximo edital será necessária para confirmar o conteúdo programático, os critérios de avaliação e as regras definitivas de participação.


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