A decisão de realizar uma mastopexia envolve mais do que o desejo de levantar as mamas. É necessário avaliar a anatomia, o grau de flacidez e as possibilidades de remodelação oferecidas por cada técnica cirúrgica.
Entre as opções disponíveis está a mastopexia em T invertido, utilizada principalmente quando existe excesso significativo de pele e queda moderada ou acentuada das mamas.
O procedimento permite reposicionar as aréolas, reorganizar o tecido mamário e retirar a pele excedente para melhorar o formato e a posição das mamas.
Entretanto, a técnica produz cicatrizes permanentes ao redor da aréola, verticalmente até a base da mama e horizontalmente no sulco inframamário.
Antes da cirurgia, é importante discutir com o cirurgião a extensão das cicatrizes, a necessidade ou não de implantes de silicone e as expectativas realistas de resultado.
Também devem ser avaliados aspectos como histórico de cicatrização, tabagismo, doenças preexistentes, medicamentos em uso e possibilidade de futuras mudanças de peso.
A mastopexia apresenta riscos inerentes a qualquer cirurgia, incluindo sangramento, infecção, alterações de sensibilidade e problemas de cicatrização.
Por isso, a indicação deve resultar de uma avaliação individualizada e de um planejamento que considere os benefícios esperados, as limitações e a segurança da paciente.


