Quando a bolsa rompe, algumas informações podem ajudar a equipe obstétrica a entender melhor o que está acontecendo.
A primeira delas é o horário em que começou a saída de líquido. Tente lembrar quando percebeu o primeiro vazamento.
A segunda é a cor do líquido. Normalmente, o líquido amniótico é transparente ou levemente amarelado.
A terceira é o cheiro. Odor desagradável ou diferente do habitual deve ser comunicado.
Também é fundamental acompanhar os movimentos do bebê e observar se surgiram contrações, sangramento, febre ou dor.
Enquanto aguarda orientação, pode ser utilizado um absorvente externo para acompanhar o vazamento. Absorventes internos, relações sexuais ou introdução de qualquer objeto na vagina devem ser evitados.
Entre em contato com o obstetra ou maternidade para saber como proceder. A ruptura da bolsa precisa ser avaliada mesmo quando ainda não existem contrações.
Líquido verde ou marrom, sangramento importante, febre, cheiro desagradável, dor intensa ou diminuição dos movimentos fetais são situações que exigem avaliação com maior urgência.
Dr. João Batista Pinto em Goiânia
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