Ciro Nogueira, do PP, que dobrou número de UFs governadas; e Rueda, do UB, que ficou sem executivos estaduais
As derrotas de Allyson Bezerra, no Rio Grande do Norte, e de Dorinha, no Tocantins, neste domingo (25), deixou o União Brasil sem governadores eleitos em 2026. É um baque para a legenda, que em 2022 empatou com o PT como o partido que mais elegeu chefes do executivo estadual, com quatro.
No primeiro turno, a legenda já havia perdido nos estados do Amapá, com Clécio Luis; Amazonas, com Roberto Cidade; Bahia, com ACM Neto; e Rondônia, com Hildon Chaves.
Em 2022, o União Brasil venceu as eleições para os governos estaduais do Amazonas, com Wilson Lima; em Goiás, com Ronaldo Caiado; em Mato Grosso, com Mauro Mendes; e em Rondônia, com Marcos Rocha.
O partido, agora federado com o PP, também perdeu 12 cadeiras na Câmara Federal – em 2022, o União Brasil elegeu 58 deputados federais; agora, foram 46.
Na outra ponta da Federação União Progressista, o PP dobrou o número de governos estaduais. Se o partido governava apenas Acre e Roraima, a partir de 2026 terá quatro unidades federativas. No primeiro turno, venceu no Mato Grosso do Sul, com Eduardo Riedel; e na Paraíba, com Lucas Ribeiro. Neste domingo (25), levou o Distrito Federal, com Celina Leão, e o Acre, com Mailza Assis.
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